Galeria: Quebrando Barreiras - segundo torneio 2
Fotografado por: Gus Domingues/Hardman.films
Galeria: Quebrando Barreiras - segundo torneio
Fotografado por: Gus Domingues/Hardman.films
Primeiro workshop de SCUB
Escrito por Ana Clara Ferreira da Silva
No sábado, 28 de agosto, o SCUB realizou nosso primeiro workshop de apoio ao acesso de meninas para brincar em todo o Rio como parte do Programa Rexona Breaking Limits. Facilitado pela nossa treinadora Drika das Dores Santos, o workshop deu as boas-vindas aos treinadores das equipes que participaram do torneio de futebol Breaking Limits na semana anterior.

Drika disse:
"Através deste workshop, trocamos nossas experiências sobre o acesso das meninas ao futebol, debatemos os direitos das meninas, vozes e escolhas em nossas comunidades e em toda a sociedade. Foi um debate incrível e muito gratificante, onde compartilhamos o aprendizado de cada comunidade. Para o próximo workshop e discutindo como a comunidade podemos continuar apoiando o acesso das meninas à brincadeira. "

Começamos ouvindo as histórias de cada equipe presente, aprendendo como trabalham atualmente com o futebol feminino e como planejam aumentar o acesso. Embora todos nós tenhamos métodos diferentes, cada programa registrou seu compromisso com os direitos das meninas de acesso a brincadeiras seguras e desenvolvimento. Observou-se que em nossas comunidades, os times de futebol desempenham um papel importante, atuando como uma família positiva para as meninas.
Os objetivos do workshop eram nos conhecer, construir uma rede e compartilhar nossas experiências. Nas próximas oficinas, examinaremos as ações e os recursos necessários para sustentar e expandir as oportunidades para meninas.
https://www.degreedeodorant.com/us/digital-training-platform/

Written by Ana Clara Ferreira da Silva
On Saturday 28th August SCUB held our first workshop supporting girls' access to play across Rio as part of the Rexona Breaking Limits Program. Facilitated by our Head Coach Drika das Dores Santos, the workshop welcomed coaches from the teams who participated in our Breaking Limits football tournament the week before.
Drika said:
"Through this workshop we exchanged our experiences of girls' access to football, we debated girls' rights, voices and choices in our communities and across society. It was an amazing and very satisfying debate where we shared learning from each community. We are excited for the next workshop and discussing how as a community we can continue supporting girls' access to play."
We began by hearing the stories from each team present, learning how they currently work with girls football and how they plan to increase access. Though we all have different methods, every program registered their commitment to the rights of girls to access safe play and development. It was noted that in our communities, football teams play an important role acting as a positive family for girls.
The objectives of the workshop were to get to know each other, build a network, and share our experiences. In the coming workshops we will look at the actions and resources required to sustain and expand opportunities for girls.
https://www.degreedeodorant.com/us/digital-training-platform/
Galeria: Quebrando Barreiras
Fotografado por: Gus Domingues/Hardman.films
Mais de 60 meninas participam do torneio Breaking Limits do SCUB
Escrito por Ana Clara Ferreira da Silva
O SCUB é um programa comunitário de futebol que oferece brincadeiras seguras e gratuitas às crianças do Caracol, Complexo da Penha. Na sexta-feira, 20 de agosto, tivemos o prazer de hospedar nosso primeiro torneio de futebol feminino 'Breaking Limits', como parte da série de treinamento Rexona Breaking Limits.

Recebemos mais de 60 meninas de todo o Rio, para o primeiro de quatro torneios, cada um com um workshop para apoiar o desenvolvimento e o jogo seguro de meninas. Estamos muito orgulhosos de nossos 12 membros da equipe responsáveis pela entrega do evento.
De acordo com a treinadora Drika: "Antes do início, demos as boas-vindas a todas as equipes e agradecemos sua participação. Também as lembramos de que estão fazendo história, jogando o primeiro torneio feminino neste local!"
As 6 equipas que participaram foram Mancha FC, Estrela Nova, SCUB, Familia Caracol, HD Femenino e Jovens Campões.

Os vencedores! Mancha FC
Comemorando o poder do movimento, nossos objetivos são apoiar a confiança social, desenvolver habilidades e construir um movimento para o futebol feminino em nossos bairros. Freqüentemente, as meninas não têm a oportunidade de ter acesso ao esporte e de participar de eventos esportivos organizados. Trabalhamos em estreita colaboração com the Sports Creative para criar o evento e os workshops, o primeiro dos workshops será entregue no dia 28 de agosto.
Estamos muito orgulhosos da parceria com a Rexona, também conhecida como Degree, Sure ou Shield, que é uma marca de desodorante da Unilever dedicada a fazer as pessoas se mexerem. Também temos orgulho de fazer parte das redes Beyond Sport - apoiando o esporte para o desenvolvimento em todo o mundo.
Parabéns a todas as meninas que participaram e principalmente ao Mancha FC que venceu o torneio!
Obrigado a Gus Domingues por capturar o evento com imagens incríveis! @hardman.films

- IN ENGLISH -
Over 60 girls attend SCUB's Breaking Limits tournament
Written by Ana Clara Ferreira da Silva
SCUB is a community football program offering safe and free play to children of Caracol, Complexo da Penha. On Friday 20 August we were delighted to host our first 'Breaking Limits' girls soccer tournament, as part of the Rexona Breaking Limits training series.
We welcomed over 60 girls from across Rio, for the first of four tournaments, each with a workshop to support girls safe play and development. We are very proud of our 12 staff members responsible for delivering the event.
According to Coach Drika:
"Ahead of kick off we welcomed all the teams and thanked them for their participation. Also we reminded them that they are making history, playing in the first girls's tournament at this venue!"
The 6 teams who participated were Mancha FC, Estrela Nova, SCUB, Familia Caracol, HD Femenino and Jovens Campões .
Celebrating the power of movement, our goals are to support social confidence, develop skills and build a movement for girls football in our neighborhoods. All too often girls go without the opportunities to access sport and to participate in organized sporting events. We worked closely with the Sports Creative to create the event and the workshops, the first of the workshops will be delivered on 28 August.
We’re so proud to partner with Rexona, also known as Degree, Sure, or Shield, which is a Unilever deodorant brand dedicated to getting people moving. We're also proud to be part of the Beyond Sport networks - supporting sport for development across the world.
Congratulations to all the girls who participated and especially Mancha FC who won the tournament!
Thank you to Gus Domingues for capturing the event with incredible images!
Sábado de doações | Saturday of donations
English article to be found at the bottom of the page
Pais dos alunos da Escola Britânica do Rio de Janeiro doa roupas esportivas para crianças do Street Child United Brazil (SCUB)

Autor: Ana Clara Ferreira, Estagiária de Comunicação, Street Child United Brazil
Na manhã de sábado do dia 13/02/2020 as crianças do campinho no Caracol, localizada na Penha, Zona Norte do Rio de Janeiro, tiveram uma surpresa, uma grande doação de roupas e sapatos esportivos vindo diretamente da Escola Britânica do Rio de Janeiro. As treinadoras do projeto Street Child United Brazil (SCUB), Jessica do Vale e Taissa de Souza, organizaram as entregas junto com o CEO da ONG, Adam Reid.

Jessica entregando roupas para um aluno do projeto
As entregas foram organizadas conforme o estado das crianças, foram divididos entre roupas e sapatos para quem mais precisava. “As crianças adoram esse tipo de doações. Tinham muitas crianças sem roupas específicas para praticar o esporte. A grande maioria jogava descalço antes dessas doações. Além de ajudar, as crianças se sentem importantes sabendo que tem pessoas de fora que querem ajudar” Conta Jessica do Vale, a treinadora do SCUB.
Além das doações e o futebol raiz, tiveram brincadeiras com Claudianny Santhos (Drika), a treinadora chefe do SCUB, no comando de tudo. Por fim, as crianças ainda ganharam um guaraná para se refrescar.

Concentração para as brincadeiras
"Eu acredito que o SCUB está fazendo um excelente trabalho para crianças e jovens menos privilegiados. O ano passado foi particularmente difícil, então, quando Adam me contactou recentemente, fiquei muito feliz em mandar mensagens para amigos e pedir sua ajuda" Conta Pippa Wood, quem organizou a coleção de doações na Escola Britânica, sobre o projeto.
Pippa também acha o futebol uma ferramenta muito importante para as crianças e acha o esporte maravilhoso para condicionamento físico e para a saúde mental.
Trabalhando junto com o SCUB, aguarda mais visibilidade e assim mais doações de roupas e calçados esportivos.
Por fim, Pippa mandou uma mensagem para todos os participantes do SCUB: "Continue com o excelente treinamento! Nunca esquecerei o dia em que vocês jogaram um jogo amistoso contra algumas crianças internacionais no salão Adam Reid da Escola Britânica, - vocês correram em círculos ao redor deles!!".
In english
Saturday of donations
Parents of students of the British School of Rio de Janeiro donate sports clothes for children from Street Child United Brazil (SCUB)
Author: Ana Clara Ferreira, Communication Intern, Street Child United Brazil
On the morning of Saturday 13/02/2020 the children of the pitch in Caracol, located in Penha, North Zone of Rio de Janeiro, had a surprise, a big donation of clothes and sports shoes coming directly from the parents of the students of The British School of Rio de Janeiro . The coaches of the Street Child United Brazil (SCUB), Jessica do Vale and Taissa de Souza, organised the deliveries together with the NGO's CEO, Adam Reid.
Deliveries were organised according to the children's situation, giving clothes and shoes to those who needed them most. “Children love this type of donations. There are many children without clothes to practice sports. The vast majority played barefoot before these donations. In addition to helping, children feel important knowing that there are foreigners who want to help ” Tells Jessica do Vale, SCUB's trainer.
In addition to donations the children played football, with Claudianny Santhos (Drika) SCUB's head coach, in charge of everything. In the end, the children also got some refreshments to cool off.
"I believe that SCUB is doing an excellent job for less privileged children and young people. Last year was particularly difficult, so when Adam recently contacted me, I was very happy to send a message to friends and ask for their help" Tells Pippa Wood, who organised the collection of donations at the British School, about the project.
Pippa also thinks football is a very important tool for children and thinks sport is wonderful for fitness and mental health.
Working together with SCUB, she expects more visibility and thus more donations of clothes and sports shoes.
Finally, Pippa sent a message to all SCUB participants: "Keep up the excellent training! I will never forget the day when you played a friendly game against some international children in the British School's Adam Reid lounge - you ran in circles around the around them !!".
Team Brazil vence a Copa: the Street Child World Cup em Moscou, Rússia
As meninas do Team Brazil ganharam a Copa: the Street Child World Cup em Moscou, Rússia. A equipe da organização Família Caracol no Rio de Janeiro derrotou a Tanzânia por 1 a 0 na final. O atacante estrela Thay Souza ganhou o artilheiro e os prêmios de melhor jogador do torneio.

Meninas de favela do Rio são vistas calçando chuteiras na Rússia

Um grupo de meninas do Complexo de Favelas da Penha está pronto para representar o Brasil na Copa do Mundo da Rússia esta semana. Achou estranho? A Sputnik Brasil foi conhecê-las enquanto se preparam para trocar o sol do Rio de Janeiro pela não tão quente Moscou.
"Elas provavelmente estão dançando embaixo de uma árvore ao lado da Avenida", diz o escocês Adam Reid pelo WhatsApp, tentando ajudar a reportagem a encontrar as meninas debaixo do sol a pino da capital carioca.
Estamos diante do deslumbrante Pão de Açúcar, no Aterro do Flamengo, para acompanhar um dos treinos de domingo das meninas que vão representar o Brasil na Street Child World Cup. O evento esportivo reunirá 24 seleções de crianças carentes do mundo todo em uma competição realizada na Rússia a partir do dia 11 de maio.
Adam representa o projeto no Brasil e é o último a chegar. As 9 meninas, que ensaiam uma música de funk para uma apresentação cultural do evento estão descontraídas, riem, dançam e perguntam a Adam sobre músicas em inglês que não conseguem decifrar. Elas não vêem a hora de embarcar logo para a Rússia.
"Estou muito ansiosa para poder ir para a Rússia. As amizades! Até as amizades que tem lá, estou ansiosa para revê-los. Muito bom lá, ansiosa demais! Todo dia eu acordo e acho que é o dia certo para poder viajar", diz Taisa Melo de Souza, de 17 anos, a habilidosa capitã da equipe.
Elas treinam duro para fazer bonito na Rússia. Para jogar em um campo com as dimensões adequadas elas enfrentam uma distância de 30km aos domingos entre a região da Penha, na Zona Norte da cidade, e o Flamengo, na Zona Sul.
Meninas jogadoras
Em 2014, Drika foi campeã com o Brasil jogando o campeonato no Rio de Janeiro. Ela lembra que o time ganhou a maioria dos jogos com placares elásticos, de até 14 gols de diferença, e torce para que a história se repita na Rússia. Após ser campeã, Drika viajou o mundo fazendo cursos de capacitação com o projeto que hoje ajuda a coordenar no Rio. "Acho que elas vão voltar de uma forma diferente, assim como eu voltei também. Com aquela coisa de que não é só futebol, é amor, é família, é respeito. Foi isso que aconteceu comigo, acho que é isso que vai acontecer com elas também", conta uma das treinadoras do time, Drika Santos.
Com idades entre 15 e 17 anos, as meninas vão embarcar na terça-feira (8) em direção a Moscou, onde será realizado o evento.
"A gente está treinando e começam os tiros"
Para chegar até a favela do Caracol saindo de onde treinam aos domingos é necessário mais de um tipo de transporte. Após 40 minutos de metrô e mais 40 minutos de van até o Complexo de Favelas da Penha, um moto-taxi te leva até o topo do Morro do Caracol pelas ruelas sinuosas da favela em não mais que 10 minutos.
As meninas, que sonham com o mundo, vivem uma realidade de pobreza e violência na vizinhança muito diferente dos treinos ao lado do Pão de Açúcar. A região da Penha é conhecida por confrontos armados e ficou famosa após imagens de fuga em massa de traficantes durante uma ocupação policial em 2010. Lá de cima, um campo de futebol improvisado quase flutua sobre uma vista privilegiada de toda a região. É lá no campinho Família Caracol onde o grupo treina toda semana se preparando para representar o Brasil na Rússia.
Jogadoras da seleção brasileira na Street Child World Cup 2018 treinam no Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro, Brasil.
"Tem vezes que a gente não espera, a gente está treinando e começam os tiros, os confrontos entre eles e a gente tem que parar o treino, tem que correr", conta Ana Carolina Campos Lima, de 16 anos. As jogadoras relatam que em várias ocasiões tiveram que se esconder de tiroteios enquanto treinavam.
A situação que chega a impedi-las de treinar quase não comove de tão corriqueira. "Para a gente, assim, já é normal. Não é normal para as pessoas que são de fora, mas para a gente já é normal", relata Ana Clara Ferreira da Silva, de 15 anos.
Do topo da favela para a Praça Vermelha
É de olho em realidades como essa que o Street Child United oferece oportunidades a crianças carentes ao redor do mundo. A instituição que organiza o campeonato que levará as meninas à Rússia é também responsável por um projeto permanente no Morro do Caracol.
A treinadora Drika Santos acredita que o projeto pode ajudá-las a superar o contexto de vulnerabilidade. "Em vez de elas ficarem nas ruas depois da escola, porque na rua é perigoso, pode ter tiroteio a qualquer momento, pode se envolver com drogas, porque está muito próximo, está muito fácil. Aí elas vão para o projeto, se divertem, conversam sobre os problemas, se distraem", conta.
Jéssica Pinheiro do Vale, jogadora da seleção brasileira na Street Child World Cup 2018.
Meninas como Taisa Melo têm a realidade tocada diretamente pela ação. Os constantes tiroteios na região, segundo ela, a impediam inclusive de fazer amizades, pois seus pais não a deixavam sair de casa temendo pelo pior. "Poxa, mudou minha vida muito, porque eu não tinha amizades. Então ali fui criando minhas amizades, as meninas são como irmãs para mim. Ali tira minhas brigas de dentro de casa, ali me deixa muito feliz", conta Taisa.
Caso semelhante ao de Rafaela Cristina Granthom Nascimento, de 15 anos, que sonha em ser zagueira e lembra que o projeto ajudou a resgatar seu sonho. "Eu pensei que seria muito difícil. Mas elas me ajudaram muito também, o projeto me ajudou a erguer minha cabeça, não desistir do meu sonho, e lutar", conta.
Vista do campo onde treinam as jogadoras da seleção brasileira da Street Child World Cup 2018, no topo do Morro do Caracol, favela do Complexo da Penha, Rio de Janeiro.
A maioria das meninas já saiu do país pelo menos uma vez junto com o projeto. Rebeca Cristiny Santos, de 16 anos, por exemplo, já conheceu a Inglaterra, a Rússia e a Alemanha. Em outubro de 2017, o projeto organizou um evento em Moscou e levou a maior parte do time para participar.
"Agora com essa oportunidade que elas estão tendo é sonho realizado. Porque acho que toda criança que mora em uma comunidade carente que não tem uma vida muito boa, com muito dinheiro, com muito recurso, sonha em poder viajar, em poder realizar tudo que um dia parecia impossível", afirma esperançosa a treinadora da equipe.
Ana Clara Ferreira lembra que a oportunidade também foi uma forma de resgatar sua auto estima. "Eu pensei que nunca ia sair do Brasil e acabei saindo, essas coisas do futebol! Eu sempre quis ser jogadora de futebol. Aí, tipo, me senti importante, porque eu saí do Brasil, joguei e outras pessoas viram, passou na televisão".
Jogadoras da seleção brasileira na Street Child World Cup 2018 treinam em favela do Complexo da Penha, Rio de Janeiro.
O campeonato será disputado também por meninos, mas a oportunidade para as meninas é uma forma de valorizar o esporte que apenas engatinha no Brasil quando o assunto é promover os times femininos.
Em uma idade em que muitos meninos já passaram por categorias de base, poucas das meninas conseguiram espaço para treinar em times da cidade.
A menina Ana Carolina conta, aos 16 anos, que o projeto foi uma forma dela acreditar um pouco mais no sonho de ser jogadora. "Eu sempre gostei de futebol, eu sempre fui interessada. E depois, para menina, é mais difícil. A gente desacredita um pouco a mais pelo fato de não ter muitas oportunidades para meninas. Mas depois que eu entrei no projeto, criou muitas oportunidades. Foi onde eu comecei a acreditar que eu realmente posso ser uma jogadora profissional".
Jogadoras da seleção brasileira na Street Child World Cup 2018 treinam em favela do Complexo da Penha, Rio de Janeiro.
E é em busca principalmente de um sonho que as meninas brasileiras se esforçam para superar dificuldades. Com a experiência de quem ontem não podia sequer sair de casa e amanhã embarca em um vôo direto para a Rússia.
"Além das dificuldades que podem ocorrer, alguém falar 'ah, você está assim, você nunca vai conseguir isso'. Não vai pela cabeça dos outros. Sempre você tem que confiar em você mesmo e nunca desistir dos seus sonhos", conclui Jéssica Pinheiro do Vale, de apenas 15 anos.